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sexta-feira, 15 de março de 2013

Como gelar bebidas rapidamente...


Um dos objetivos do blog é relacionar os conceitos físicos e químicos com o cotidiano.


Bem em se tratando de aplicar a Química e a Física no  dia a dia, aí vai uma boa dica que recebi através de email, do Professor de Matemática do Ceebja de Sarandi - PR., Issao Massago.

Não que esteja incentivando o consumo de cerveja, lembrando que podemos gelar também outras bebidas, como por exemplo refrigerantes.

PS.:  Já fiz o teste, aprovado...rsrsrs...agora é a vez de vcs...




GELO

A carne já está na churrasqueira...

... a galera chega com latas e mais latas de cerveja quente. Como gelar?

O professor Cláudio Furukawa, do Instituto de Física da USP vai responder essa questão.

Coloque o gêlo e as latas num isopor

Para cada saco de gelo, coloque
2 litros de água

Para cada 2 sacos de gêlo adicione 0,5 kg de sal refinado
e 0,5 litro de álcool  (92 GL)

A água aumenta a superfície de contato, o sal reduz a temperatura de fusão do gelo (ele demora mais para derreter)

e por uma reação química o álcool retira calor das latas de cerveja.

Os físicos denominam o composto de: mistura frigorífica   -  GELO, ÁLCOOL, SAL E ÁGUA

A mistura frigorífica é barata e a cerveja fica em ponto de bala após 3 minutos

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Ficção científica no ensino de Ciências...

Discussão de obras de ficção pode mudar visão sobre Ciência 

Desenho ficcionista prédios e planetas.
Uma pesquisa do Instituto de Física (IF) da USP mostra que a leitura de textos de ficção científica em sala de aula pode ir além da introdução de conceitos científicos e se tornar um debate sobre o papel da Ciência e suas implicações sociais e políticas. O estudo de Adalberto Anderlini, professor de Física do ensino médio, apresenta projetos realizados com estudantes que buscam desenvolver entre eles uma visão mais crítica da Ciência.


O professor conta que no início da pesquisa a ficção científica era encarada de uma forma mais lúdica. “Trazê-la para a sala de aula seria principalmente uma forma de cativar os estudantes para o ensino de Ciências”, aponta. No entanto, ao longo do estudo, com as reflexões teóricas e o trabalho em sala de aula, houve uma mudança de foco. “O que se percebeu é que os textos de ficção científica poderiam servir para compreender as questões sociais que envolvem a Ciência”.

A partir dos estudos do educador brasileiro Paulo Freire (1921-1997), do psicólogo russo Lev Vygotsky (1896-1934) e do filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975), o pesquisador procurou direcionar as discussões sobre obras de ficção científica em sala de aula para as questões políticas enraizadas na produção cultural. O trabalho de Mary Elizabeth Ginway, professora da Universidade da Flórida (EUA) e especialista em literatura brasileira fantástica e de ficção científica, também ajudou Anderlini a aprimorar o debate.

“É possível ler um conto sobre robôs e se concentrar apenas em questões técnicas, como a construção de um cérebro artificial”, aponta o professor. “No entanto, a relação entre homens e robôs é servil, como se fosse uma espécie de escravidão, o que pode ajudar a entender questões sobre preconceito racial, da mesma forma que uma história de alienígenas pode trazer questões sobre xenofobia, o medo do que vem de fora”, acrescenta.

Discussão

Anderlini relata em sua pesquisa três projetos que desenvolveu em uma escola na cidade de São Paulo, onde dá aulas de Física e Astronomia para estudantes do ensino médio. “Cabe lembrar que nesta escola as classes são pequenas, com média de 15 a 20 alunos por sala, o que facilitou o trabalho”. Depois de ter defendido o mestrado, orientado pelo professor João Zanetic, do IF, Anderlini continua a realizar projetos com os alunos, aplicando os conceitos que discutiu no estudo.

Uma das atividades consistia em uma discussão livre sobre o conto “O cair da noite”, do escritor norte-americano nascido na Rússia, Isaac Asimov (1920-1992), publicado no livro de mesmo nome. “Em certo ponto da história, no entanto, Asimov menciona a Lei de Gravitação de Newton”, aponta. “Assim, foi possível introduzir nas aulas de física a questão da gravidade.”

Os alunos também tiveram de escolher um livro do gênero para ler e elaborar um questionário com 20 perguntas. “Dessa forma, era feita uma leitura crítica de cada obra”, diz o professor. Entre as opções de livros, estavam obras de autores clássicos do gênero, como Júlio Verne (1828-1905), H.G. Wells (1866-1946), Ray Bradbury (1920) e Arthur Clarke (1917-2008). Com o tempo, a lista passou a incluir romances policiais, poesias, teatro, distopias (textos com visões negativistas do futuro da sociedade), entre outros gêneros literários, desde que envolvam a Ciência de alguma forma. A partir do segundo ano do ensino médio, são incluídos autores mais sofisticados, como Philip K. Dick (1928-1982), Stanislaw Lem (1921-2006) e Anthony Burguess (1917-1993).

Por fim, os alunos escreveram seus próprios contos de ficção científica, o que serviu para evidenciar a visão de Ciência que eles possuíam. “Na maioria dos casos, os contos estavam de acordo com a versão culturalmente aceita, de que a Ciência é dona da verdade absoluta e os cientistas são pessoas neutras e imparciais”, aponta Anderlini. “A partir dos textos, foi possível iniciar uma discussão sobre filosofia da Ciência e as questões sociais e políticas envolvidas na atividade científica, unindo Ciência e Humanidades nas análises.”

Esta notícia foi publicada em 29/03/2012 no sítio Agência USP. Todas as informações nela contida são de responsabilidade do autor.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ResearchGate - uma rede social para cientistas


Plataforma na internet criada para facilitar a troca de experiências entre pesquisadores tem cerca de 35 mil brasileiros
Notícias

Rede social para cientistas tem mais de 1 milhão de usuários

13/01/2012
Agência FAPESP – Mais de 1,3 milhão de pesquisadores de diversos países – 35 mil só do Brasil – já se inscreveram na plataforma ResearchGate, uma espécie de Facebook dos cientistas. A proposta da rede social é facilitar a comunicação e a troca de experiências entre pessoas que atuam na mesma área de investigação.
Como outras redes, o ResearchGate conta com diversos grupos de discussão, nos quais os membros podem fazer e responder perguntas. Mas, diferentemente de outros sites do gênero, os perfis dos participantes são estruturados como se fossem um currículo científico, o que facilita a busca de usuários por área de atuação.
Além disso, os pesquisadores podem incluir um índice com suas publicações e um blog pessoal. Um calendário informa os participantes sobre eventos científicos em todo o mundo e uma bolsa de empregos oferece mais de 13 mil vagas nas diversas áreas da ciência.
A plataforma é gratuita e foi criada em 2008 pelo médico alemão Ijad Madisch, graduado em Hannover e pós-graduado em Harvard. Ele conta que teve a ideia quando fazia a pós nos Estados Unidos e deparou com um problema para o qual não achava resposta.
Madisch conheceu um colega que pesquisava o mesmo assunto e tentou manter contato com ele pela internet, mas sentiu que faltava uma ferramenta adequada para isso.
“Grande parte dos recursos gastos em uma pesquisa acaba cobrindo experiências malsucedidas, que não ganham espaço nas publicações”, disse.
Com o ResearchGate, segundo Madisch, os cientistas podem receber informações sobre os trabalhos de colegas do mundo inteiro, inclusive sobre as experiências que não deram certo. Isso evitaria repetir o que já se mostrou falho.
De acordo com os administradores do site, 30 brasileiros, em média, se registram diariamente.
Mais informações: www.researchgate.net 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A ciência da computação nos filmes



Luzes, câmera, simulação
Artigo na Science destaca os avanços em ciência da computação que têm permitido a criação de simulações realistas em filmes como Avatar, A origem ou Shrek(divulgação)

Divulgação Científica

Luzes, câmera, simulação

3/1/2011
Agência FAPESP – Avatar, A origem, Matrix, Shrek, Toy Story, WALL-E, UP – Altas Aventuras, Batman, Homem de Ferro, Homem-Aranha. O que esses e muitos outros filmes recentes têm em comum?
Além de terem sido grandes sucessos de bilheteria, todos esses fizeram uso extensivo de recursos computacionais. Sem os avanços recentes na computação gráfica, tais filmes poderiam até ter sido feitos, mas certamente com resultados bem distintos.
Em artigo na edição atual da revista Science, Robert Bridson e Christopher Batty, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, destacam que as cenas impressionantemente realistas no cinema de animação têm como base avanços na simulação de como objetos e fluidos se movem, colidem e quebram.
A utilização da computação gráfica não se dá apenas em filmes de animação (ou desenhos animados), mas em produções com atores de carne e osso. Atualmente, são poucos os filmes que dispensam o seu uso.
“A simulação em computador de dinâmicas sólidas e fluidas é a base de muitos efeitos visuais vistos em filmes produzidos na última década. Essa abordagem não apenas é menos cara do que filmar ação ao vivo mas também evita ter que colocar atores e equipes em situações perigosas, além de permitir a visualização do impossível”, dizem os autores.
Segundo eles, soluções numéricas para equações físicas e avanços no processamento de algoritimos matemáticos permitem a criação em computadores de cenas – realistas ou fantásticas – que povoam os filmes atuais.
Os autores descrevem inovações e abordagens recentes no setor, que permitiram, por exemplo, criar cenas com objetos que se deformam, como roupas ou cabelos.
“Na simulação de cabelos, modelar os contatos entre fios individuais representa um problema de escala computacional. Calcular todas as colisões possíveis entre os cerca de 100 mil fios de cabelo em uma cabeça humana requer mais do que simples métodos de força bruta [computacional]”, afirmam.
É aí que entram as abordagens inovativas, como a do grupo de Aleka McAdams, na Universidade da Califórnia em Los Angeles, que resolvou lidar com cabelo não na forma de unidades distintas, mas como um fluido contínuo.
“Essa abordagem resolve movimentos dos cabelos como um todo, ao se obter a média dos movimentos em um campo vetorial contínuo. Mas equações realmente exatas de campos vetoriais ainda precisam ser derivadas”, ressaltam.
Graças aos avanços na tecnologia computacional, tanto em software como em hardware, os animadores hoje são capazes de simular cenas impossíveis há alguns anos, como nuances da pele humana, músculos em ação, água, fogo, fumaça e muitas outras cenas que envolvem fluidez de movimentos. No artigo, os autores comentam as inovações que têm permitido tais simulações.
Mas há ainda muitos desafios, destacam Bridson e Batty. Um deles é conseguir simular com fidelidade escalas com tamanhos múltiplos. Por exemplo, em cenas em que água em um mar agitado bate em rochas na costa, resultando em uma explosão na forma de ondas, espuma e jatos de gotas arremessados para todos os lados.
O artigo Computational Physics in Film (doi: 10.1126/science.1198769), de Robert Bridson e Christopher Batty, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org. 

sábado, 6 de março de 2010

Química, paixão e sexo

Aprenda a prolongar a química da paixão


legenda

Especialista revela os segredos da química entre os casais, as situações que podem inibir ou aumentar o desejo sexual e dá dicas do que homens e mulheres podem fazer para apimentar o relacionamento.
Uma sensação intensa durante o olhar, o toque, o beijo e na relação sexual são sinais da presença da "química" entre o casal. De acordo com o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Jr, a "química" aumenta em até 90% a libido do homem e da mulher. "Esse elemento arrebatador é imprescindível para o início de um relacionamento. A "química" faz com que a paixão seja imediata e, dependendo do grau de sintonia entre os corpos, já é possível percebê-la no primeiro encontro.", explica Dr. Amaury, membro da Comissão de Estudos em Terapia Sexual do Instituto Brasileiro de Sexologia.
No entanto, o especialista alerta que a "química" da paixão tem prazo de validade. De acordo com a recente pesquisa da Universidade Cornell, em Nova York, realizada com cinco mil homens e mulheres de 37 culturas diferentes, a paixão dura entre 18 e 30 meses. "As substâncias responsáveis pela "química", como a dopamina, a feniletilamina e a ocitocina são encontrados juntas no corpo humano apenas durante as fases iniciais do romance. Com o tempo, o organismo se torna resistente aos efeitos dessas substâncias, e toda a loucura da paixão desvanece gradualmente.", explica o especialista.
Em meio a reações químicas, durante uma relação, muitas situações vividas pelo casal também podem inibir ou aumentar a "química". Questões profissionais, econômicas, familiares e até mesmo os filhos, podem dar fim à paixão. "A insatisfação no trabalho, o desemprego, a divisão das finanças e o cuidado com os filhos podem diminuir o erotismo do casal", diz Dr. Amaury. Mas o sexólogo garante que a capacidade do homem e da mulher em lidar e contornar os problemas são essenciais para uma relação duradoura. "Para ativar o desejo pessoal e sexual é preciso deixar transparecer os sentimentos. Uma boa dose de criatividade e surpreender o (a) parceiro (a) diariamente são afrodisíacos valiosos", aconselha Dr. Amaury.

O que ELE e ELA podem fazer para apimentar o relacionamento

O que ELE pode fazer:
·É importante reservar pelo menos um dia por mês e convidar a esposa para ir ao motel. Assim o casal sai da rotina e reanima a relação sexual;
·Convide-a para um jantar a dois. No cardápio inclua frutas, mel, chantilly e outros alimentos que possam ser degustados com o prato principal: vocês dois.
·Ligar durante o dia e perguntar se a esposa está precisando de alguma coisa para ela ou para a casa. Com essa atitude, a mulher se sente valorizada e o homem mostra companheirismo também em relação aos trabalhos domésticos;
·Dependendo do gosto da esposa, é legal surpreender com uma bela lingerie ou algum acessório erótico;
·Propor a ela uma massagem relaxante na banheira ou com creme hidratante. Lembre-se que não só as mãos possuem tato, o corpo inteiro é sensível ao tato e pode produzir tato. Então massageie a sua parceira com o seu próprio corpo;
·Surpreenda-a no meio do dia com uma transa rápida. Marque um encontro na hora do almoço sem revelar suas intenções e vá em frente.

O que ELA pode fazer:
·Faça um jantar à luz de velas com trufas, champignon, aspargo e aipo. Dizem que essas comidas têm um odor que emana da pele, após comer, durante horas;
·Carícias, em especial aquelas feitas de surpresa, inesperadamente, podem ser um belo caminho para o sexo e o amor;
·É interessante massagear o parceiro com o próprio corpo, pois não só as mãos possuem tato, o corpo inteiro é sensível ao tato e pode produzir tato;
·Não esqueça que alguns filmes ou fotos podem estimular a fantasia;
·Acorde-o no meio da noite com toques excitantes. Ele ficará surpreso;
·Domine a relação de vez em quando. Os homens adoram mulheres que sabem ditar regras.

FONTE:

Discos voadores na Inglaterra

BBC Brasil - Ciência & Saúde
Grã-Bretanha libera arquivos com relatos sobre Ovnis
O Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha liberaram mais de 6 mil páginas de documentos que incluem relatos de aparições de Ovnis (objetos voadores não identificados) entre 1994 e 2000.
Um deles inclui a aparição de Ovnis que sobrevoavam o Chelsea, clube de futebol de Londres, e a residência de um ex-ministro do Interior, Michael Howard.
Os relatos dão detalhes sobre a aparência dos objetos - de vários formatos e tamanhos - e incluem desenhos feitos por testemunhas.
Um homem disse à polícia que vomitou e adquiriu "um distúrbio de pele" depois que um estranho "tubo de luz" envolveu o seu carro no Vale de Ebbw, no País de Gales, no dia 27 de janeiro de 1977.
Em outro caso, um Ovni visto por policiais de Skegness, no leste da Inglaterra, foi filmado.
A aparição foi informada à guarda costeira, que alertou embarcações no Mar do Norte. A tripulação de um barco disse que viu mais Ovnis.
Força Aérea
Desenho em documento liberado pelo Ministério da Defesa da Grã-Bretanha
Os documentos incluem relatos verbais e desenhos de Ovnis
                                                                                  















Os documentos também incluem uma carta de um alto funcionário do Ministério da Defesa, Ralph Noyes, em que ele diz ter visto um filme com Ovnis feito por pilotos de caça da Força Aérea Real da Grã-Bretanha em 1956.
Noyes alega que as imagens foram mostradas em uma sessão secreta organizada por integrantes da defesa aérea no prédio do Ministério da Defesa em 1970.
E um memorando revela como o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill manifestou curiosidade sobre "discos voadores" e pediu um briefing de seus ministros sobre o assunto.
Depois de um estúdio realizado pelos serviços de inteligência em 1951, concluiu-se que "discos voadores" podem ter quatro causas - fenômenos meteorológicos ou astronômicos, identificação errônea de aeronaves convencionais, ilusão de ótica e delírios psicológicos ou trotes deliberados.
Especialistas afirmam que os documentos mostram como os formatos dos Ovnis mudaram nas últimas décadas, e a explicação pode estar nas representações que a cultura popular tinha desses objetos.
Vários relatos neste último lote de documentos - o quinto de um projeto de três anos para a liberação de arquivos - descrevem as supostas naves alienígenas como grandes, pretas e de formato triangular, com luzes nas pontas. Nas décadas de 1940 e 1950, o formato predominante era de disco.
"No período coberto pelos mais recentes documentos liberados, bombardeiros americanos de formato triangular e aviões espiões Aurora apareciam muito na TV, assim como em programas comoArquivo X e filmes como Independence Day, lançado em 1996, e os relatos de aparições de Ovnis são semelhantes", disse David Clarke, autor do livro The UFO Files e professor de Jornalismo da Universidade Hallam Sheffield, ao jornal britânico The Daily Telegraph.
"É impossível provar uma ligação direta entre o que as pessoas estão lendo e vendo e o que elas dizem ser Ovnis, mas uma interpretação pode ser que os mais recentes avanços na tecnologia podem estar influenciando o que as pessoas veem no céu", concluiu.
Os arquivos estão disponíveis para baixar de graça por um mês a partir do website dos Arquivos Nacional.
FONTE:


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Buraco negro - Wikipédia, a enciclopédia livre

O link abaixo traz informações importantes sobre buraco negro, complementando o estudo da gravitação universal, um abraço a todos, até a volta das nossas aulas - Buraco negro - Wikipédia, a enciclopédia livre

obrigado pela visita

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